quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

1º Encontro dos Blogueiros Integralistas do Estado do Rio de Janeiro


              Em 2001, com a criação do primeiro "site" Integralista por iniciativa de Marcelo Eiras e do saudoso Companheiro Marcelo Mendez, o Integralismo ingressou na era da difusão virtual. Daí em diante a presença do Sigma na WEB só fez crescer, com a criação de diversos "sites", fóruns, listas de discussão, vídeos, álbuns de fotográficos, twitters, blogs, redes sociais, etc., tudo graças ao esforço individual de Integralistas empenhados na propaganda do Movimento e compenetrados da importância da Internet na difusão do Ideal Integralista. Como era de se prever, grande parte destas iniciativas ressentiu-se de um inevitável amadorismo. Somente com o trabalho excepcional dos Companheiros Lucas Carvalho e Eduardo Ferraz, responsáveis pela TI da Frente Integralista Brasileira - FIB -, o Portal Oficial do Integralismo (já na sua segunda versão) adquiriu um notável grau de profissionalismo, exercendo um salutar efeito em todas as expressões virtuais do Movimento Integralista.

Nós, os Blogueiros Integralistas do Estado do Rio de Janeiro, percebendo a importância dos Blogs para a transmissão do Integralismo e reconhecendo que os mesmos não estão em um aproveitamento de excelência, resolvemos nos reunir para um exame específico desta mídia, levantando suas limitações e traçando estratégias para sua potencialização.

              Assim, se você, Companheiro, é do Rio de Janeiro, tem um Blog ou pretende criar um, então, convidamo-lo a vir participar do Primeiro Encontro de Blogueiros do Estado do Rio de Janeiro.

              O local e a data ainda serão marcados e comunicados com antecedência, mas, todos os interessados já podem entrar em contato pelos e-mails:



Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

A Comissão Organizadora


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Os problemas do capitalismo


             
              O estudo do sistema capitalista é muito importante, por isso quando o professor de Geografia estiver ministrando esse conteúdo é interessante mencionar acerca da crise que o capitalismo atravessa.

            O professor deve apresentar os quatro principais fatores que provocam a crise do sistema capitalista, que são: a desigual relação entre capital e trabalho, os problemas ambientais, incremento das desigualdades sociais e a perda de valores humanos.

            Quanto à desigual relação entre capital e trabalho, o aluno deve ser informado que isso acontece constantemente, provocado, fundamentalmente, pelas divergências estabelecidas entre os trabalhadores (que almejam melhorias salariais e de trabalho) e os donos dos meios de produção (que insistem em pagar baixos salários, garantindo assim um volume mais alto de seu lucro, promovendo a acumulação de capital).

            O educador tem a incumbência de falar sobre a devastação da natureza, destacando que o sistema capitalista busca o lucro constantemente, para isso é preciso explorar os recursos naturais, que abastecem de matérias-primas as indústrias. Porém, na medida em que isso acontece ocorrem profundos impactos em áreas naturais, além disso, os resíduos industriais poluem ar, água, solo, entre outros. Problemas como aquecimento global, são decorrentes do modelo capitalista de desenvolvimento que vigora.

            O aumento das desigualdades sociais deve ser exposto pelo professor, que deve explicar que esse processo acontece, principalmente, pela má distribuição de renda. Os capitalistas (donos dos meios de produção) pagam baixos salários, desse modo, conseguem imensas riquezas que se encontram nas mãos de uma restrita parcela da população mundial, enquanto que a maioria possui uma renda que não supre sequer as necessidades básicas.

            E por fim, o educador pode propor um debate acerca da perda de valores, destacando que na sociedade capitalista os bens materiais são mais importantes que as pessoas, além disso, um indivíduo é valorizado por aquilo que tem, e não por aquilo que é. Após ter lançado tais informações, é interessante abrir um espaço para debates entre os alunos.
Esse tipo de abordagem é necessário para despertar nos alunos uma consciência crítica a respeito do sistema em questão.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

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